Em ‘Chama do Despertar,’ uma escultura de argila emerge de forma vívida, captando o delicado equilíbrio entre sombra e luz. A figura se estende para cima, cada curva acentuada pelo brilho quente de uma vela aninhada em sua base. Esta iluminação suave dá vida à peça, projetando sombras dinâmicas que ecoam o tema do despertar. Posicionada contra um cenário de ateliê, a escultura parece íntima e pessoal, celebrando a beleza bruta do processo criativo. É um momento de quietude carregado de energia, convidando o espectador a demorar-se.